Verificação das paisagens indicativas dos elementos ambientais que promovem ou prejudicam a ocorrência de parasitos através de estudos espaciais da sua diversidade. Os dados aqui gerados podem ser confrontados com períodos cronológicos de paisagens semelhantes e usados para indicar a ocorrência de parasitos no futuro.

Identificação de parasitos em sítios arqueológicos, a partir de um modelo testado na região do Parque e em outras regiões das Américas, para verificar a emergência de sistemas parasito-hospedeiro-ambiente em relação às condições bioculturais de populações humanas pré-históricas. Tudo isso para chegar a uma abordagem da paleo-epidemiologia de grupos pré-históricos na América do Sul, em especial do Nordeste brasileiro.

Aqui, dois aspectos são considerados: o estudo da história biogeográfica de parasitos e hospedeiros e os aspectos bioculturais, como dieta e higiene. Isso requer ampliar a base empírica de dados, incorporar técnicas e adaptar as existentes, para dispor de ferramentas de diagnóstico de maior sensibilidade e especificidade.

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